Publicado por: ppsneto | novembro 3, 2009

“Deus nos prova para aprovar”.

JesusMeditemos no diálogo de Jesus com seus discípulos colhido do capítulo 9 versículos 18 a 20 do evangelho de São Lucas. Num dia em que Ele estava a orar a sós com os discípulos, perguntou-lhes: Quem dizem que eu sou? Responderam-lhe: Uns dizem que és João Batista; outros, Elias; outros pensam que ressuscitou algum dos antigos profetas. Perguntou-lhes, então: E vós, quem dizeis que eu sou? Pedro respondeu: O Cristo de Deus.

Nesta meditação entremos no contexto da época e vejamos que muitos eram os questionamentos sobre Jesus, existiam vários deuses e várias crenças como hoje, mas era a respeito d’Ele que se cumpriam todas as profecias, eram suas palavras que faziam arder os corações, seus gestos de amor que convertiam multidões.

E nesses dias, num momento de intimidade vocacional, como diz a palavra, a sós com seus amigos, (Já não vos chamo servos, porque o servo não sabe o que faz seu senhor. Mas chamei-vos amigos, pois vos dei a conhecer tudo quanto ouvi de meu Pai). Jo 15,15, Jesus, que conhece os corações de todos, os pergunta sobre Ele mesmo, e escuta a sábia resposta de Simão Pedro, aquele a quem depois de tantas provas de amor ao mestre e também depois de negá-lo três vezes, recebe das mãos do Messias a missão de conduzir Sua Igreja. (E eu te declaro: tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja; as portas do inferno não prevalecerão contra ela). Mt 16,18

Pedro foi provado, Jesus mesmo o advertiu, (Simão, Simão, eis que Satanás vos reclamou para vos peneirar como o trigo; mas eu roguei por ti, para que a tua confiança não desfaleça; e tu, por tua vez, confirma os teus irmãos). (Lc 22, 31-32)

Podemos dizer que Pedro foi aprovado em seu tempo de prova. O messias que conhece seu coração sabe que sua queda não foi intencional, perdoou sua covardia e o confirmou para apascentar as ovelhas do Reino de Deus.

E Você? Qual tua prova? O que Jesus tem te pedido?

Mesmo provado, deixe o seu coração sinceramente responder essa pergunta ao Mestre: E você quem diz que eu sou?

Qual a resposta Jesus escutará de ti?

Quanta doçura há em alegrar o coração de Deus com respostas sábias e sinceras como as de Pedro.

Que o Senhor encontre em seu coração santos comportamentos, mesmo em tempos de prova. Mesmo quando tudo parecer difícil, pois, “Na batalha espiritual precisamos manter a humildade, e que nossa entrega a Deus seja autêntica”.J.V.

Maria Duarte
Professora da Escola de Formação
Fonte: COT
Publicado por: ppsneto | outubro 30, 2009

Ser Católico

Procurando na internet um texto que falasse do que realmente é ser católico, encontrei este do Pe. Joãozinho. O achei fantástico e espero que você, leitor, também goste.

***

Um jovem me fez essa pergunta. Disse que há algum tempo está em crise de fé e tem buscado a solução em igrejas evangélicas. Em uma delas, ao se confessar católico, ouviu dizer que a palavra “católico” nem sequer está na Bíblia. Pedi que ele abrisse a sua Bíblia no Evangelho de Mateus, capítulo 28, versículos 18b-20. “É-me dado todo o poder no céu e na terra. Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; Ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos. Amém.” Você percebeu que fiz questão de colocar em negrito uma palavrinha que aparece de modo insistente no texto: “TODO”. Jesus tem todo o poder; devemos anunciá-Lo a todos os povos, guardar todo o ensinamento d’Ele na certeza de que estará todos os dias conosco. Essa ordem de Cristo foi levada muito a sério pelos discípulos. Em grego a expressão “de acordo com o todo” pode ser traduzida por “Kat-holon”. Daí vem a palavra “católico” (em grego seria: Καθολικός). Ao longo do primeiro e segundo séculos os seguidores de Jesus Cristo começaram a ser reconhecidos como “cristãos” e “católicos”. As duas palavras eram utilizadas indistintamente. Ser católico já significava “ser plenamente cristão”. O Catolicismo, portanto, é o Cristianismo na sua “totalidade”. É a forma mais completa de obedecer ao mandato do Mestre antes de sua volta para o Pai. O mesmo mandato pode ser lido no Evangelho de Marcos 16,15: “Ide e pregai o Evangelho a toda criatura”. Há, portanto, uma catolicidade vertical, que é ter o Cristo todo, ou seja, ser discípulo; e uma catolicidade horizontal, que é levar o Cristo a todos, ou seja, ser missionário. Isso é ser católico: totalmente discípulo, totalmente missionário, totalmente cristão! Ao que tudo indica o termo “católico” se tornou mais popular a partir de Santo Inácio de Antioquia (discípulo de São João), pelo ano 110 d.C. Pode significar tanto a “universalidade” da Igreja como a sua “autenticidade”. Quase na mesma época, São Policarpo utilizava o termo “católico” também nesses dois sentidos. São Cirilo de Jerusalém (315-386), bispo e doutor da Igreja, dizia: “A Igreja é católica porque está espalhada por todo o mundo; ensina em plenitude toda a doutrina que a humanidade deve conhecer; conduz toda a humanidade à obediência religiosa; é a cura universal para o pecado e possui todas as virtudes” (“Catechesis” 18:23). Veja que já estão bem claros os dois sentidos de “católico” como “universal e ortodoxo”. Durante mil anos os dois significados estiveram unidos. Mas por volta do ano 1000 aconteceu um grande cisma, que dividiu a Igreja em “Ocidental e Oriental”. A Igreja do Ocidente continuou a ser denominada “católica” e a Igreja do Oriente adotou o adjetivo de “ortodoxa”. Na raiz as duas palavras remetem ao significado original de Igreja: “autêntica”. A Igreja católica reconhece que cristãos de outras Igrejas podem ter o batismo válido e possuir sementes da verdade em sua fé. Porém, sabe que apenas ela conserva e ensina, sem corrupção, TODA a doutrina apostólica e possui TODOS os meios de salvação. Devemos viver e promover a sensibilidade ecumênica favorecendo a fraternidade com os irmãos que pensam ou vivem a fé cristã de um modo diferente. Mas isso não significa abrir mão de nossa catolicidade. Quando celebramos a Eucaristia seguimos à risca a ordem do Mestre, que disse: “Fazei isso em memória de mim!” A falta da Eucaristia deixa uma grande lacuna em algumas Igrejas. Um pastor evangélico, certa vez, me disse que gostaria de rezar a Ave-Maria, mas, por ser evangélico, não conseguia. Perguntei por quê? Ele disse que se sentia incomodado toda vez que lia o “Magnificat” em que a Santíssima Virgem proclama: “Todas as gerações me chamarão de bendita” (Lc 1,48)… E se questionava sobre o porquê de sua geração tão evangélica não fazer parte desta geração que proclama Bem-aventurada a Mãe do Salvador! Realmente, ser católico é ser totalmente cristão!

 

Fonte: Canção Nova “Ser Canção Nova é Bom Demais”

Publicado por: ppsneto | outubro 30, 2009

Vi no Blog En Garde e achei interessante ara mostrar a vocês. Coloco também os comentário do propietário do blog referido.

***

 

Às vezes eu me pergunto se a apologética seria tão necessária, já que eles são a melhor propaganda contra si mesmos.
Eis a “Vigília do Reteté de Jeová”, numa Assembléia de Deus.

Isso é Cristianismo?

Publicado por: ppsneto | outubro 16, 2009

Como pode Deus me chamar se eu não sou santo?

Pergunta de um jovem sobre vocação.

Joaquim pregunta:

 Tenho a dúvida de como saber se Deus quer me chamar. Sou um jovem comum e corrente, nem tão pecador nem tão santo. As vezes, acho que Deus me está chamando, mas serei o suficiente bom para Ele? 

***

Estimado Joaquim:

Percebe-se claramente em todos os casos que Deus chama quem ele quer; que o chamado não depende das nossas qualidades, dos nossos méritos, mas sim do amor de predileção. Toda a Escritura nos ensina isso: Deus se adianta por amor a qualquer iniciativa do homem. Não fostes vós quem me elegestes, mas fui Eu quem vos elegeu; estas são palavras do Evangelho. A ti, a mim, a todos Deus escolheu por amor, nos associou à sua cruz e à sua glória. Ele nos pede seguir os seus passos dolorosos e ao mesmo tempo nos enche da experiência de um amor incomparável.

 Eu, pelo menos, cada dia vou descubrindo essa infinita riqueza de Deus. Cada dia eu descubro que o fato de ser sido chamado por Deus não tem nenhuma equiparação nesta vida: nem as maiores riquezas, nem os amores humanos mais nobres segnificam algo ante a possibilidade de sentir o seu amor um segundo. Que segurança! Que fortaleza diante de qualquer problema ou dificuldade nos da a fé na sua presença! Deste modo compreendo, cada vez melhor, a experiência de São Paulo, quem dizia que nada podia separar-lhe do amor de Cristo.

 

Tomara pudéssemos transmitir aos homens de hoje esta experiência; não com palavras, mas com o testemunho da nossa vida. O testemunho fere as consciências adormecidas dos homens que jazem indiferentes ante a grande responsabilidade de viver e dar sentido às suas vidas. Nosso sentido cristão da vida deve ser a chama que encenda o amor entre os homens que se alimentam de ódios alimentados por ideologias e filosofias extremistas. A vivência de um Evangelho sem barreiras e sem interpretações pessoais deve converter-se na luz que ilumina este mundo que caminha na escuridão.

Fonte: http://www.vocacao.com/content-f2i.htm

Publicado por: ppsneto | outubro 16, 2009

APRENDA COMO AFASTAR SEU FILHO DA IGREJA!!!

PRIMEIRA:
Diante das menores dificuldades, tais como indisposição, chuva, frio, cansaço, não vá a Igreja nem às Missas. Com isso, seu filho vai crescer com a idéia de que participar das atividades da igreja não é assim tão necessário; Leia (Hb 10,24,25).

SEGUNDA:
Quando estiver à mesa ou em reuniões da família, faça críticas ou comentários negativos sobre as orientações do padre e de outros líderes dos movimentos da igreja. Assim, seu filho vai crescer não tendo respeito por eles, nem dando crédito aos seus ensinos. Leia ” (1Ts 5,12,13).

TERCEIRA:
Cuide para que seu filho cresça num lar que não seja diferente de qualquer outro. Afinal, que valor há em aplicar os princípios da palavra de Deus a todos os aspectos da vida familiar? Leia Dt 6,6,7).

QUARTA:
Gaste diante da televisão todo o tempo que passa em casa, em vez de separar parte dele para a leitura da Bíblia e oração. Basta apenas rezar na hora das refeições e olhe lá. Com certeza, seu filho vai adorar!!!!

 

Fonte: http://cristoreinosso.blogspot.com/2009/10/aprenda-como-afastar-seu-filho-da.html

Publicado por: ppsneto | setembro 16, 2009

Reconhecido cientista assegura: Papa tinha razão sobre a AIDS

Declaração de Edward Green, diretor do Aids Prevention Research Project de Harvard

RÍMINI, quarta-feira, 26 de agosto de 2009 (ZENIT.org).- O diretor do Aids Prevention Research Project da Harvard School of Public Health, Edward Green, assegurou que na polêmica sobre a Aids e o preservativo Bento XVI tinha razão.

Ao intervir no “Meeting pela amizade entre os povos” de Rímini o cientista, considerado como um dos máximos especialistas na matéria, confessou que “lhe chamou a atenção como cientista a proximidade entre o que o Papa disse no mês de março passado no Camarões e os resultados das descobertas científicas mais recentes”.

“O preservativo não detém a Aids. Só um comportamento sexual responsável pode fazer frente à pandemia”, destacou.

“Quando Bento XVI afirmou que na África se deviam adotar comportamentos sexuais diferentes porque confiar só nos preservativos não serve para lutar contra a Aids, a imprensa internacional se escandalizou”, continuou constatando.

Na realidade o Papa disse a verdade, insistiu: “o preservativo pode funcionar para indivíduos particulares, mas não servirá para fazer frente à situação de um continente”.

“Propor como prevenção o uso regular do preservativo na África pode ter o efeito contrário – acrescentou Green. Chama-se ‘risco de compensação’, sente-se protegido e se expõe mais”.

“Por que não se tentou mudar os costumes das pessoas? – perguntou o cientista norte-americano. A indústria mundial tardou muitos anos em compreender que as medidas de caráter técnico e médico não servem para resolver o problema”.

Green destacou o êxito que tiveram as políticas de luta contra a Aids que se aplicaram em Uganda, baseadas na estratégia sintetizada nas iniciais “ABC” por seu significado em inglês: “abstinência”, “fidelidade”, e como último recurso, o “preservativo”.

“No caso da Uganda – informou – se obteve um resultado impressionante na luta contra a Aids. O presidente soube dizer a verdade a seu povo, aos jovens que em certas ocasiões é necessário um pouco de sacrifício, abstinência e fidelidade. O resultado foi formidável”.

 

Fonte: http://cristoreinosso.blogspot.com/2009/09/reconhecido-cientista-assegura-papa.html

Publicado por: ppsneto | agosto 25, 2009

O privilégio de ser católico

espiritosantodedeus

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A Igreja dedica este mês às vocações e cada semana é dedicada a uma vocação específica. Hoje iremos refletir sobre o mistério da vocação e dentro desse tema a vocação de pertencermos à Igreja. A própria palavra “Igreja” tem a ver com a vocação, a Igreja é uma assembleia convocada por Deus, é Jesus que, de braços abertos, nos diz: “Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei” (Mateus 11,28). Esta é a convocação, o grito do Nosso Cristo Redentor.

Nós somos chamados; ser Igreja é ter ouvido esse chamado de Jesus Cristo, que nos convida para participarmos de Sua Igreja. Você é chamado a pertencer à Igreja Católica, no céu seremos todos católicos. Você já pensou que alegria já ser pertencente à Igreja de Cristo aqui na terra e não precisar esperar o céu? É verdade que somos pecadores, mas também é verdade que a Igreja é santa.

A primeira realidade com a qual deparamos na vocação é esta: somos eleitos. Muitas outras pessoas possuem muito mais qualidades que nós, no entanto, nós é que fomos escolhidos, porque Deus não escolhe com os nossos critérios: “Não fostes vós que me escolhestes, mas fui eu que vos escolhi” (João 15, 16). E essa escolha não foi por nenhuma de nossas qualidades, mas simplesmente porque Ele nos disse: “tu és meu”. E não adianta você fugir, porque Ele escolhe Seus amigos e os “persegue” até que estes cedam.

Vocação é o seguinte: Deus escolheu. Muitas vezes, nós vamos atrás de pessoas conselheiras, fazemos testes vocacionais, mas a grande verdade da vocação é que você não tem de escolher nada, porque você já foi escolhido. Vocação é alguém que chama e inquieta seu coração até que você diga seu “sim”. Pode ser que você passe a vida inteira fugindo desse chamado, mas Ele não desiste de você, Deus é fiel.

Nesta pregação, estamos contemplando a vocação de pertencer à única Igreja de Cristo, a Igreja Católica; você foi escolhido por Deus para ser católico. Muitos ficam preocupados dizendo ter diminuído o percentual dos que se dizem católicos; mas a verdade é que aumentou o percentual dos que são católicos 100%. Nós somos de Deus, pertencemos à Igreja de Deus. O Senhor não faz acepção de pessoas, mas as escolhe e dá alguns dons específicos para algumas; não dá o mesmo dom para todas. Ele elege algumas pessoas para que sejam dons para outras. Eu não preciso ficar com “dor-de-cotovelo” porque não recebi o dom de cantar, pois o Senhor me deu outros dons.

Nós fomos escolhidos para fazer parte do edifício, que é a Igreja, nós somos a pedra, para que o mundo seja salvo. Nós católicos somos sacerdotes santos para levar as pessoas para Deus. Onde estivermos devemos brilhar como astros luminosos na nossa fé; muitas vezes, não precisamos falar, pois poderemos afastar as pessoas com nossa falação. Devemos brilhar com nossa vida bela. Os católicos têm que atrair as pessoas com sua vida bela. Nós somos chamados a ser luminosos, sacerdotes santos (estou me referindo ao sacerdócio batismal recebido por todos).

Apesar de nós sermos luminosos, escolhidos, pedra eleita e digna de Deus, isso nos traz uma consequência: nos torna estrangeiros neste mundo. Quando começamos a nos comportar como cristãos, nos sentimos estranhos, marcados, todos nos olham. Quando contam uma piada, todos olham para nós para ver nossa reação; nós ficamos “visados” e em nós existe a sensação de sermos forasteiros. Porque nós não somos daqui, nossa pátria é em outro lugar: é no céu. Os santos se referiam ao céu como pátria.

Nós fomos eleitos, escolhidos de Deus, mas por sermos escolhidos – o que é um privilégio – mas também um compromisso: o de sermos estrangeiros deste mundo. É privilégio de Deus sermos católicos, que é a única Igreja de Cristo; no céu, todos que participam de outra religião vão saber que Jesus era o que eles sempre procuraram e que a Igreja Católica que muitos deles rejeitaram era a verdadeira Igreja de Cristo.

Neste Ano Sacerdotal, o Papa quer nos colocar de joelhos para rezar pela conversão de todos os sacerdotes. O sacerdócio cristão consiste em se oferecer. Queremos pedir isso a Deus: colocar diante de Sua presença nossa vida. Escolhidos, e porque escolhidos, estrangeiros. Nós católicos estamos organizados em paróquias, não somos deste mundo, somos chamados por Deus para receber uma herança, uma felicidade que não passa.

Transcrição e adaptação: Regiane Calixto

——————————————-

Padre Paulo Ricardo
Reitor do seminário de Cuiabá (MT)
www.padrepauloricardo.org

Publicado por: ppsneto | julho 12, 2009

Sobre a saída de Dom José

Dom José

É para o dia 16 de agosto que está agendada a solenidade de posse de Dom Fernando Saburido, dia da Assunção de Nossa Senhora. Nesse dia, Dom José Cardoso Sobrinho se despede da Arquidiocese de Olinda e Recife, a qual desde 1985 é Arcebispo. Para os inimigos da Igreja, é um momento de festa. Aconteceu o que eles realmente queriam: estarem livres de um homem que honra o fato de ser um Sucessor dos Apóstolos, responsável, enquanto arcebispo, em guiar nossa arquidiocese para que ela seja verdadeiramente uma Igreja Particular, em plena comunhão com o Santo Padre. Esperam de D. Fernando atitudes mais liberais (que costumam chamar de “modernas”), diferente das de D. José, que afirmam ser muito conservadoras, atrasadas, inquisitoriais. Do outro lado, estão os verdadeiros católicos, que aplaudem a saída de D. José não pelo fato de ele estar saindo, mas por tudo aquilo que ele fez por nossa região, e por ter sido um exemplo real de coragem e de firmeza na fé, sem se deixar abalar pelo o que os outros falam. E ele fez isso muito bem. É só lembrar de tudo o que ele passou, de tudo que disseram injustamente contra ele durante e depois do famoso caso da menina de Alagoinha. Esperamos que D. Fernando, que já teve a oportunidade de trabalhar como Bispo Auxiliar em nossa Arquidiocese por cinco anos, continue seguindo o mesmo caminho trilhado por seu antecessor, ciente de que não será fácil, mas terá o apoio de muita gente disposta a lutar por Cristo e pela Igreja.

Fonte: http://cristoreinosso.blogspot.com/2009/07/sobre-saida-de-dom-jose.html

Publicado por: ppsneto | junho 19, 2009

Duas rapidinhas sobre História!

1) Os preconceituosos metidos a historiadores de hoje só vêem atraso e maldade na Idade Média Cristã - como se nossa época, dos campos de concentração e dos híbridos humanos-animais fosse a melhor de todas! Falamos em Idade Média, e logo vêm eles cuspindo e vomitando aqueles mesmo clichês que todos já estamos cansados de ouvir: "Atraso... Obscurantismo... Fogueiras... Morte... Fogueiras... Obscurantismo... Fogueiras..." É impossível debater com essa gente que botou viseira de burro no que se refere a Idade Média. Mas isso é só mais uma das faces do preconceito genralizado contra a Igreja - aí, sim, preconceito mesmo! O Jorge Ferraz publicou no Deus lo vult! um ótimo texto sobre as fogueiras da Idade Média que eu indico com o maior prazer aos leitores do En Garde! Indispensável a leitura do artigo do Jorge. 2) Os preconceituosos de hoje têm o outro bode expiatório de sua libido perniciosa, que é o Papa Pio XII, injustamente acusado de ser um mebro do Exército de Hitler na medida em que teria sido cúmplice de suas ações contra os judeus, silenciado ante os campos de concentração. Mentira fajuta! O próprio Albert Eisntein e Golda Meir na época mesma reconheceram e agradeceram prontamente o esforço paternal de Pio XII na ajuda dos judeus. Pio XII salvou milhares de judeus dos nazistas, num trabalho diplomático silencioso, sem armas e sem balbúrdias, sem bombas e tanques. Acusar Pio XII de ser o "Papa de Hitler" é uma das piores calúnias que alguém pode proferir contra esse grande homem. Mas, para os caluniadores, indico-lhes a notícia que acaba de sair em Zenit.org, sobre os planos de Hitler para seqüestrar e matar Pio XII. Sim! O Führer planejou o seqüestro e o assassinato do Papa: Pio XII era odiado por Hitler por ser um grande inimigo do nazismo. Os planos foram revelados pela primeira vez no Julgamento de Nuremberg, em 1946 - incompreensível como até hoje acusam Pio XII de ter sido cúmplice, portanto. Vai entender a burrice de algumas pessoas... Leiam a notícia!

 

Fonte: www.taiguaraonline.blogspot.com

Publicado por: ppsneto | maio 7, 2009

Cruz e Eucaristia – Amor ao Extremo

 

Por Ana Maria Bueno Cunha

A criação é obra do amor. Certamente, antes da Encarnação do Verbo, o homem podia duvidar que Deus o amava com ternura; porque, a rigor, a verdade desse fato, surpreendente e incrível, não era coisa que podíamos compreender na ordem natural. Mas depois que Ele nos revelou o seu segredo numa epifania de sangue, depois da morte de Jesus Cristo, quem poderia duvidar disso? Agora que a luz iluminou o nosso caminho compreendemos que, em todas as partes, Ele nos envolve com Seu amor irresistível. (Santo Afonso de Ligório – A prática do amor a Jesus Cristo – Editora Santuário – Ano 2002)

 

Quanto mais estudamos a doutrina de Cristo e as palavras dos Santos que morreram por amor a Ele, mais entendemos que nossa santidade, aliás, toda nossa santidade e perfeição, consiste em amar nosso Redentor e Salvador, Jesus Cristo. O amor a Deus consiste na caridade que é o vínculo da perfeição e esta conserva todas as virtudes que fazem um homem perfeito.

Santo Agostinho já dizia: “Ama e faz o que queres“. Se amamos a Deus, evitamos tudo que Lhe desagrada e buscamos solidamente todo bem que é fazer de fato, tudo que Lhe agrada. A história mostra, assim como toda criação e sobretudo cada um de nós, que Deus nos amou primeiro e tudo fez para demonstrar este amor eterno. Mas Ele, num designo de pura bondade, não se contentando com tudo isso, deu-nos, para cativar nosso amor e compreendermos o Seu amor, Seu Filho único e amado. Afinal, Deus que criou tudo do nada, e nos deu tantos dons, ao ver-nos mortos sem sua graça santíssima, levado por um amor excessivo, enviou este Filho para morrer por nós. “Mas Deus que é rico em misericórdia, pelo excessivo amor com que nos amou, quando ainda estávamos mortos por nossos pecados, nos vivificou juntamente com Cristo” (Ef 2,4-5)

Se Deus não poupou Seu próprio Filho, como não nos dará com Ele todas as coisas? (cf. Rm 8,32). O Filho, por amor, deu-Se a nós por inteiro, e para tanto Se revestiu de carne – O Verbo de Deus se fez carne – para nos remir da morte eterna, recuperar a graça divina, o paraíso perdido. Eis aqui um Deus aniquilado! “Esvaziou-se a Si mesmo e assumiu a condição de servo tomando a semelhança humana” (Fl 2,7)

Jesus foi servo na dor, porque sem morrer nem sofrer, podia muito bem nos salvar. Mas não! Escolheu uma vida de aflições e desprezos e uma morte cruel e vergonhosa. Morreu numa Cruz, destinada aos criminosos: “Humilhou-se ainda mais e foi obediente até a morte e morte de Cruz” (Fl 2,8). Jesus escolheu morrer e sofrer simplesmente para mostrar o Seu infinito amor pelos pecadores e o desejou ardentemente, quando assim se expressava: “Devo receber o batismo, e quanto o desejo até que ele se realize!” (Lc 12,50). Por isso a caridade de Cristo deve nos constranger e deve nos obrigar mesmo amá-Lo. Como nos diz São Francisco de Sales: “Este sofrimento e morte de Cristo não é como que ter nosso coração debaixo de uma prensa?” (Tratado do amor de Deus). O que nos leva a compreender que devemos morrer para qualquer outro amor para viver no amor de Cristo.

Que loucura fez Deus diante da humanidade para se expor e morrer assim? Que vergonha para Sua grandeza. Quem fez isso? Pergunta São Bernardo. E responde: Foi o amor, que esqueceu sua dignidade (Tractatus de caritate). É que o amor quando quer se fazer conhecido, não leva em conta aquilo que mais convém à dignidade da pessoa que ama, mas o que mais condiz manifestar-se à pessoa amada.

Se a fé não nos garantisse, quem poderia crer que Deus onipotente, Senhor de tudo, quis amar tanto os homens, parecendo até ficar fora de Si, por amor de nós? São Lourenço Justiniano dizia: “[/i]Vimos a própria sabedoria, o Verbo Encarnado enlouquecido por excessivo amor pelos homens[/i]” (Sermo im Nativ. Domini n. 4). Devemos compreender que a origem do amor de Jesus Cristo para com os homens é sua caridade para com Deus. Ele mesmo disse aos Seus discípulos na Quinta-feira Santa: “Para que o mundo saiba que amo o Pai ‘levanta-vos e vamos’“. Aqui também está a fonte de nosso amor, amar a tudo e a todos, mesmo nas dificuldades, por amor à Deus, que merece ser amado por tudo que nos fez. Todos os sofrimentos que Cristo se impôs para nos mostrar Seu amor, são muito menores que Seu amor distribuído, pois Ele amou muito mais do que sofreu. Somente por amor, Ele sofreu daquela maneira, e este amor, superou todo o sofrimento, o que nos leva a meditar na grandeza d’Aquele que amou até o fim.

O maior sinal de amor é dar a vida pelos amigos, e Jesus o fez; e este amor, quando se dá a conhecer, faz as pessoas saírem de si e ficarem estarrecidas, e por isso muitas daquelas que compreendem este amor, sentem afervorar-se o coração, desejam o martírio, alegram-se nos sofrimentos, tem alívio nas dores. Passeiam nas brasas como se fossem rosas, desejam os tormentos, regozijam-se com o que o mundo teme, abraçam o que o mundo detesta. Como nos diz Santo Ambrósio: Como pagar a Cristo este amor? São João de Ávila nos ajuda: “Ó grande amor, o que fizestes? Viestes para curar e me feristes? Viestes para me ensinar a viver e me tornastes semelhente a um louco? Ó sábia loucura, não viva mais eu sem Vós! Senhor, quando Vos vejo na Cruz, tudo me convida a amar: o madeiro, a vossa pessoa, as feridas de Vosso corpo e principalmente o Vosso amor. Tudo me convida a Vos amar e a não me esquecer mais de Vós” (Trattati del SS. Sacramento dell’Eucaristia).

Diante de tudo isso, devemos buscar meditar Sua paixão, pois é um poderoso meio de obter o perfeito amor a Jesus Cristo. Esta devoção nos consola, nos anima e nos enche de esperança e forças de lutar. Santo Agostinho nos diz: “Vale mais uma lágrima derramada ao lembrar da Paixão, do que o jejum e água em cada semana“.

Santo Tomás de Aquino, Doutor e mestre da Igreja, auxilia quem deseja chegar ao perfeito amor de Cristo e para isso nos mostra os meios adequados: Recordar continuamente dos benefícios divinos, gerais e particulares. Considerar a infinita bondade de Deus que está sempre nos fazendo o bem. Sempre nos ama e procura ser amado por nós. Evitar com cuidado tudo que O desagrada, por mínimo que seja. E por fim, renunciar a todos os bens sensíveis deste mundo: riquezas, honras e prazeres dos sentidos.

Um dia aconselharam a São Francisco de Assis, já doente, a ler um livro piedoso. Ele respondeu: “Meu livro é Jesus Crucificado” e disse: “Quem não se enamora de Deus, vendo Cristo morto na Cruz, não se abrasará jamais“.

Como não se bastasse ter se tornado homem como nós e ter morrido na Cruz, Nosso Senhor, antes de deixar este mundo, quis deixar-nos a maior prova possível de Sua entrega. Ele nos deixou em memória de Seu amor nada mais nada menos que o Seu corpo, o Seu sangue, a Sua alma, a Sua divindade, Ele mesmo, todo, sem reservas. Neste dom da Eucaristia – diz o Concilio de Trento – Cristo quis derramar todas as riquezas do amor que reservava para os homens. (Sess. XIII,c,2). Ele quis dar esse presente aos homens precisamente na noite em que eles lhe preparavam a morte. Esta é a maravilhosa prova de amor de Nosso Senhor a nós pecadores, e se algum dia duvidarmos dela, tenhamos neste sacramento esta prova. Com tal garantia nas mãos, não podemos ter dúvidas de que Ele nos ama e muito!

São Bernardo chama este sacramento: “Amor dos amores“. É que este dom compreende todos os outros que o Senhor nos fez: A criação, a redenção, o destino ao Céu. Quando Jesus revelou a seus discípulos esse sacramento que nos queria deixar, eles não puderam acreditar: “Como pode Ele nos dar a comer sua carne?” Mas Jesus disse a eles: “Tomai e comei” – disse aos discípulos e por eles a todos nós, antes de morrer! Depois de dar graças, partiu-o e disse: “Isto é o Meu corpo que é dado por vós“. Este alimento não é terreno, mas veio do Céu para dar vida ao mundo. E para que todos pudessem recebe-lo, quis ficar sob as aparências de pão, este a quem todos tem acesso. As palavras de Cristo nos chamam a amá-Lo e a desejá-Lo, e elas nos levam a desejar o paraíso quando O ouvimos dizer: “Quem come a Minha carne viverá eternamente“. Também nos levam a rejeitar o mal quando nos diz: “Se não comerdes a carne do Filho do Homem e não beberdes o Seu sangue, não tereis a vida em vós“.

Santo Tomás nos ajuda a compreender o porque deste desejo divino de se estar conosco: é que os amigos, que se amam de coração, querem estar unidos de tal modo que formem uma só pessoa. Deus não só Se dá a eles no Reino eterno, mas já neste mundo Se deixa possuir pelos homens na união mais íntima possível. Ali – como nos diz Santo Afonso de Ligório – Ele está como atrás de um muro nos olhando e nos ajudando, até que chegue o dia, no paraíso, em que O veremos face a face. Devemos, portanto, estar certos de que uma pessoa não pode fazer nem pensar fazer coisa mais agradável a Jesus Cristo, do que comungar com as disposições convenientes a tão grande hóspede. Assim se une a Cristo, pois esta é a intenção do Senhor. Fiquemos atentos a isto: disposições convenientes e não dignas, porque se estas fossem exigidas, quem poderia comungar? Só um outro Deus seria digno de receber um Deus. Basta que ordinariamente falando, devemos comungar em estado de graça e com vivo desejo de crescer no amor a Jesus Cristo. O Pai tudo colocou nas mãos do Filho e este quando vem até nós traz consigo imensos tesouros de graças.

O Concílio de Trento nos ensina que a comunhão é o remédio que nos livra dos pecados veniais, das nossas faltas cotidianas e nos preserva dos mortais (Sess. XIII,c.2). Diz-nos que somos livres das falhas cotidianas porque, segundo Santo Tomás, por meio deste sacramento, o homem é estimulado a fazer atos de amor e por eles se apagam os pecados veniais. Somos preservados dos pecados mortais, porque a comunhão nos confere o aumento da graça que nos preserva das faltas graves (Summa Theol. 3p,q.79,a.4).

Sobre isso escreveu Inocêncio III: “Jesus Cristo com Sua Paixão nos livrou do poder do pecado, mas com a Eucaristia nos livra do poder de pecar. Além disso, este sacramento inflama de modo especial as pessoas no amor de Deus“.

Por fim, somos de fato felizes pelo Senhor não nos ter deixado na ignorância, o que nos impele a amá-Lo sempre, tendo confiança de que Ele colabora conosco, podemos dizer a Ele: “Em Vossas mãos entrego meu espírito, salva-me Senhor, Deus da verdade“. Esta verdade que nos auxilia a recuperar a esperança do perdão e da salvação eterna. Que mistérios de esperança são para nós a Paixão de Cristo e o Sacramento da Eucaristia! São Paulo nos exorta: “Aproximemo-nos com confiança do trono da graça a fim de conseguir misericórdia e alcançar a graça de uma ajuda oportuna“. Este trono é a Cruz de Cristo e a fonte que jorra abundantemente é a Eucaristia. Puro dom de Deus!

Minhas Meditações dos Escritos de Santo Afonso de Ligório – Fonte: A prática do amor a Jesus Cristo – Editora santuário – Tradução Pe. Gervásio Fabri – Ano – 2002.

CUNHA, Ana Maria Bueno. Apostolado Veritatis Splendor: CRUZ E EUCARISTIA – AMOR AO EXTREMO. Disponível em http://www.veritatis.com.br/article/5655. Desde 27/03/2009.

Postagens Antigas »

Categorias